Dezembro
Gosto do tempo frio. Gosto de andar na rua e sentir o frio na cara, parecendo arrepiá-la.
Não gosto do vento. Também não me importo com a chuva, quando não é demais.
Gosto da aproximação do Natal. Da preocupaçãp das compras para a ceia do Natal. Da incerteza entre o perú ou o pato para o almoço de Natal. A ceia da véspera é sempre bacalhau com batatas e couves.
E gosto de ver as pessoas que se empurram na rua, no super mercado, no talho, atarefadas com tudo o que é preciso fazer e ainda não foi feito.
No café da manhã, encontrei o meu amigo B; dizia-me ele:
- Porque não escreve no seu blog?
Não sei. Quando preciso, escrevo no meu livrinho. As minhas recordações , alegrias e tristezas. E são algumas!!!
Nesta época elas batem à porta. E misturam-se. Eu apenas abro uma fresta da porta mas, as tristezas têm uma força!!
Estou a ver a chaminé com alguns brinquedos mas, só três pessoas à mesa.Não aparecia mais família porque, não deixavam ou porque não se importavam com isso?
Quando casei e comecei a trabalhar deliberei, com decreto-lei promulgado, que queria ter um natal com a Família. E começamos a crescer.
Hoje somos 12. Uns já partiram. Outros nasceram.
Amam-se os presentes e não se esquecem os ausentes.
O Natal continua frio na rua e quente em casa.
Boas festas a todos!! Bons sonhos!
Não gosto do vento. Também não me importo com a chuva, quando não é demais.
Gosto da aproximação do Natal. Da preocupaçãp das compras para a ceia do Natal. Da incerteza entre o perú ou o pato para o almoço de Natal. A ceia da véspera é sempre bacalhau com batatas e couves.
E gosto de ver as pessoas que se empurram na rua, no super mercado, no talho, atarefadas com tudo o que é preciso fazer e ainda não foi feito.
No café da manhã, encontrei o meu amigo B; dizia-me ele:
- Porque não escreve no seu blog?
Não sei. Quando preciso, escrevo no meu livrinho. As minhas recordações , alegrias e tristezas. E são algumas!!!
Nesta época elas batem à porta. E misturam-se. Eu apenas abro uma fresta da porta mas, as tristezas têm uma força!!
Estou a ver a chaminé com alguns brinquedos mas, só três pessoas à mesa.Não aparecia mais família porque, não deixavam ou porque não se importavam com isso?
Quando casei e comecei a trabalhar deliberei, com decreto-lei promulgado, que queria ter um natal com a Família. E começamos a crescer.
Hoje somos 12. Uns já partiram. Outros nasceram.
Amam-se os presentes e não se esquecem os ausentes.
O Natal continua frio na rua e quente em casa.
Boas festas a todos!! Bons sonhos!
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